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29.6.10

S. Pedro

Porque o nosso Agrupamento abarca Canidelo e Afurada, nao podemos deixar referir o dia de hoje... Dia de S. Pedro e de muita festa na Afurada!


São Pedro da Afurada é uma freguesia do concelho de Vila Nova de Gaia, juntamente com Mafamude e Santa Marinha, sendo uma localidade piscatória. O seu santo padroeiro é o São Pedro.


Gente de grande devoção, todos os anos os pescadores prestam a devida homenagem ao Santo, com toda a pompa e circunstância onde para além das cerimónias religiosas não falta a tradicional sardinha assada com a típica broa de Avintes e o Fogo de Artifício. Esta festa atinge o seu auge, aquando da saída da procissão, cujos andores transportam imagens de Santos e Santas de tamanho natural seguidos pelos seus fieis devidamente trajados com as tradicionais vestes das gentes da pesca.
À passagem defronte ao Rio Douro, procede-se à benção dos barcos acompanhados pelo toque das sirenes e morteiros.

Durante as Festas de S.Pedro da Afurada, são colocadas na Praça de S. Pedro as imagens da Nª Srª de Fátima, Nª Srª do Carmo (Padroeira dos Homens do Mar) e de S. Miguel o Arcanjo. A Imagem de S. Pedro (Padroeiro dos Pescadores) é permanente neste local, pois aqui existia a antiga Igreja da Afurada, cuja fotografia está patente no restaurante "A casa do pescador" mesmo ao lado deste largo. Essa Igreja foi destruída pelas enchentes do Douro.



Data: 29 de Junho e 1º Domingo de Julho Local: Freguesia de São Pedro da Afurada









23.6.10

S. João, S. João, S. João...





O S. João do Porto é uma festa que nasce espontaneamente... Começa no serão de 23 de Junho e perdura até de madrugada. O dia 24 é feriado, dia de S. João.

Assim, começa normalmente depois do jantar, constituído por sardinhas assadas, batatas cozidas e pimentos ou entrecosto e fêveras de porco na brasa, acompanhadas de saladas, jantar obviamente regado com vinho verde ou cerveja, mais modernamente.

Findo o jantar, os grupos de amigos começam a encontrar-se, organizando rusgas de S. João. Tradicionalmente, as pessoas muniam-se de alhos pôrros e molhos de cidreira, actualmente as armas são outras, mudaram para martelos de plástico, duros e ruidosos, mas que acabaram por ser bem aceites e hoje já fazem parte da tradição.

Há alguns anos atrás, o S. João limitava-se a uma área da cidade que era constituída pelas Fontainhas, a Rua Alexandre Herculano, a Praça da Batalha, a Rua Santa Catarina, a Rua Formosa ou Rua Fernandes Tomás, a Rua de Sá da Bandeira, a Rua Passos Manuel, a Praça da Liberdade, a Av. dos Aliados, a Rua dos Clérigos, a Praça de Lisboa, e no retorno, subindo-se a Rua de S. António, estava praticamente concluído o percurso obrigatório.

O S. João do Porto é uma festa onde ricos e pobres convivem uma noite de inteira e onde a festa é constante. Nos bairros, a festa continua e as comissões organizadoras de cada uma mantém o baile animado até altas horas da madrugada...


São típicas também as Quadras de S. João. Muitas Quadras Populares são publicadas no Jornal de Notícias, no dia de S. João.
Ficam aqui alguns exemplos...


Meu querido S. João
És um santo popular
Traz teu arco e teu balão
Vem com o povo dançar!
*
*
Eu sou a fonte vadia
Dum S. João vagabundo
Que mata a sede à folia
Da maior noite do mundo
*
*
Meu balão não é d'espanto!
Não tem vinda, só tem ida,
Leva risos, leva pranto…
Tudo faz parte da vida.
*
*
Ninguém se sente sozinho
Na noite de S. João:
O de mais longe é vizinho,
O de mais perto é irmão.
*
***









10.6.10

Dia de Portugal






Quando nasceu este feriado?



O 10 de Junho nasceu com a República quando Lisboa escolheu para feriado municipal o 10 de Junho, em honra de Camões. Camões representava o génio da pátria, representava Portugal na sua dimensão mais esplendorosa e mais genial e era este o significado que os republicanos atribuí­am ao 10 de Junho. O 10 de Junho, dia de Camões, começou a ser festejado a ní­vel nacional com o Estado Novo, um regime instituí­do em Portugal em 1933, sob a direcção de António de Oliveira Salazar. O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas é pois um tributo à data do falecimento de Luí­s Vaz de Camões em 1580, é utilizada para relembrar os feitos passados do povo lusitano e também os milhões de Portugueses que vivem fora do seu paí­s natal.








1.5.10

A não esquecer...




Não se esqueçam que amanhã é... Dia da mãe!






Dia Das Mães



Dia Das Mães





21.3.10

Dia da Poesia






Hoje celebra-se o Dia da Poesia, mas como é Domingo, a Equipa da BECRE antecipou-se e festejou o dia na passada sexta-feira, oferecendo simpaticamente marcadores de livros personalizados com poemas de diversos autores.





Para ser grande, sê inteiro: nada

Teu exagera ou exclui.

Sê todo em cada coisa. Põe quanto és

No mínimo que fazes.

Assim em cada lago a lua toda

Brilha, porque alta vive





Ricardo Reis





19.3.10

Dia do Pai




Ter um Pai ! É ter na vida
Uma luz por entre escolhos ;
É ter dois olhos no mundo
Que vêem pelos nossos olhos !

Ter um Pai ! Um coração
Que apenas amor encerra,
É ver Deus, no mundo vil,
É ter os céus cá na terra !

Ter um Pai ! Nunca se perde
Aquela santa afeição,
Sempre a mesma, quer o filho
Seja um santo ou um ladrão ;

Talvez maior, sendo infame
O filho que é desprezado
Pelo mundo ; pois um Pai
Perdoa ao mais desgraçado !

Ter um Pai ! Um santo orgulho
Pró coração que lhe quer
Um orgulho que não cabe
Num coração de mulher !

Embora ele seja imenso
Vogando pelo ideal,
O coração que me deste
Ó Pai bondoso é leal !

Ter um Pai ! Doce poema
Dum sonho bendito e santo
Nestas letras pequeninas,
Astros dum céu todo encanto !

Ter um Pai ! Os órfãozinhos
Não conhecem este amor !
Por mo fazer conhecer,
Bendito seja o Senhor !



Florbela Espanca






8.3.10

Dia da Mulher






Visitem a exposição dedicada à Mulher
na sala Multiusos.




16.2.10

Carnaval





O nosso Agrupamento começou a festejar o Carnaval na passada sexta-feira... Mas hoje é o dia!!




Bom Carnaval !










15.2.10

2010 - Ano Maria Alberta Menéres


Este ano, celebra-se o Ano Maria Alberta Menéres, em homenagem a esta Autora que comemora este ano o seu 80º aniversário.

Embora tenha também alguma obra poética dirigida ao público adulto, Maria Alberta Menéres é sobretudo (re)conhecida como autora de livros infantis e juvenis, tendo sido distinguida em 1986 com o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças “pelo conjunto da sua obra literária e pela manutenção de um alto nível de qualidade”. A “Biblioteca Maria Alberta Menéres” reúne justamente uma parte substancial da ficção da Autora dirigida às crianças, com merecido destaque para o “bestseller” Ulisses, que conta já com 35 edições e mais de 600 mil exemplares vendidos.


No âmbito das celebrações do Ano Maria Alberta Menéres, a editora ASA vai levar a cabo um vasto conjunto de iniciativas, entre as quais o lançamento, em Abril, de uma obra inédita da Autora sobre Luís de Camões. Camões, o Super-Herói da Língua Portuguesa, assim se intitula esta “biografia romanceada à minha moda de um dos maiores poetas portugueses” – refere a Autora, para logo a seguir acrescentar: “Com o seu feitio destemido e irreverente, Camões levou uma vida aventureira que nada tem a ver com a ideia de ‘poeta maçudo e desinteressante’ que hoje se lhe atribui. Era preciso mostrar que Camões, para os padrões da sua época, bem poderia ter sido um super-herói como aqueles que actualmente povoam o dia-a-dia das nossas crianças, e foi esse exercício que me decidi a fazer.”


Para além do lançamento deste inédito, a ASA vai ainda promover uma homenagem pública a Maria Alberta Menéres, como forma de assinalar a longevidade e multiplicidade da sua carreira. Apenas a título de exemplo, destacam-se as suas funções de Directora do Departamento de Programas Infantis e Juvenis da RTP (1974 a 1986), de Assessora do Senhor Provedor de Justiça como responsável pela linha «Recados das Crianças» (1993 a 1998) e de autora das letras, em seis anos consecutivos, das canções da campanha «O Pirilampo Mágico», em cooperação com a Antena 1.






11.6.09

Dia de Camões



Porque ontem foi 10 de Junho, dia de Camões, falemos de poesia...



Eis uma colectânea de poetas “de hoje e de ontem”, organizada do presente para o passado, e que reúne alguns dos principais poemas que fizeram parte da infância (e escolaridade) de muitos de nós.
A selecção de autores e de textos é da responsabilidade de Maria de Lourdes Varanda e Maria Manuela Santos. As ilustrações são de Filipa Canhestro. Matilde Rosa Araújo assina um breve prefácio, numa edição da Chimpanzé Intelectual.












1.6.09

1 de Junho - Dia Mundial da Criança



Após a 2ª Grande Guerra Mundial, as crianças de todo o Mundo enfrentavam grandes dificuldades, a alimentação era deficiente, os cuidados médicos eram escassos. Os pais não tinham dinheiro, viviam com muitas dificuldades, retiravam os filhos da escola e punham-nos a trabalhar de sol a sol. Mais de metade das crianças europeias não sabia ler nem escrever.
Em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres, propôs às Nações Unidas que se comemorasse um dia dedicado a todas as crianças do Mundo.
Os Estados Membros das Nações Unidas, - ONU - reconhecendo que as crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social, necessitam de cuidados e atenções especiais, precisam de ser compreendidas, preparadas e educadas de modo a terem possibilidades de usufruir de um futuro condigno e risonho, propuseram o Dia 1 de Junho, como Dia Mundial da Criança.


Por isso, a toda a criança, desejamos que...