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6.12.09

Os sapatos do Pai Natal





O autor, José Fanha, conta-nos, neste livro, a canseira, a lufa-lufa e o desassossego que passa o Pai Natal para levar todas as prendas, a tempo e a horas, a todos os meninos na noite mágica de Natal.




O livro está na biblioteca.






17.11.09

A nova Arca de Noé

Há dez dias que chovia sem parar.
A água cobria os campos, engrossava os rios e inundava as cidades.
Os nossos cinco primos, que moram no mesmo prédio mas em diferentes andares, já não saíam há dias e, das janelas das suas casas, assistiam àquela zanga da natureza. Parecia que lá nas nuvens alguém tinha aberto uma torneira e se tinha esquecido de a fechar. Passados dez dias de chuva a cântaros - «a cântaros» quer dizer muita chuva -, aquela rua parecia um rio. Isto é que era uma inundação! Os bombeiros, sempre prontos a ajudar, apareceram com barcos de borracha para as pessoas se poderem transportar.
Uma manhã, de repente, deixou de chover, mas a água não baixava. Aqui e além viam-se os tejadilhos dos automóveis, as árvores só tinha as copas à mostra e os candeeiros pareciam bóias de luz a enfeitar as águas. Ao décimo dia, estava a Mariana à janela de casa, mesmo com a água a passar ao alcance das mãos, quando se ouviu um ladrar de socorro!
Em cima de uma árvore, um cão preto e branco tentava equilibrar-se para não cair à água.
A Mariana e a Francisca nem perderam tempo:
- Vamos salvar aquele canito senão ainda se afoga!
Por baixo da janela ia a passar um dos barcos de borracha dos bombeiros e as nossas primas entraram logo em acção:
- Ó senhor bombeiro, pare aqui e dê-nos boleia.
E logo as duas se atiraram para dentro do barco.
O motor começou a roncar em alta velocidade e, passados instantes, estavam junto do cão aflito.
Um salto para dentro do barco e o animal foi salvo. A alegria era tanta que começou a lamber a cara das primas. Lambuzadas e felizes, já vinham de volta para casa quando ouviram o Max e o Xavier aos gritos:
- Ó primas, ó primas, olhem para aquela família de gatos ali ao fundo.
O Max e o Xavier, lá do segundo andar, tinham avistado uma família de gatos a boiar dentro de um caixote de fruta. Quando o barco passou pela casa dos primos, o Max e o Xavier desceram pendurados pelos lençóis das camas e saltaram lá para dentro.
- Depressa, vamos salvar os gatos! - gritou o Max, que adora bichanos.
O barco lá partiu a toda a velocidade e, em pouco minutos, a família dos gatos era salva mesmo no momento em que o caixote se afundava.
Mas a aventura ainda não tinha acabado. Lá no terceiro andar, o Lourenço tinha visto um papagaio numa gaiola do prédio em frente a tremer de medo aos berros:
- Tirem-me daqui que já tenho as patas molhadas!
Sim, porque os papagaios falam como as pessoas.
Com a ajuda de uma cana de pesca muito comprida, o Lourenço conseguiu tirar o papagaio da gaiola inundada e desceu com ela para dentro do barco.
E assim, no espaço de minutos, estavam naquele barco de borracha: os primos, um cão, um gato, uma gata e três gatinhos, um papagaio e...




Para conhecer o resto da história, procura o livro

«A nova Arca de Noé - Cabem sempre mais cinco»
de Júlio Isidro
ASA

23.8.09

Uma companhia

Quando o criador de palavras ia já dar o seu trabalho por concluído, percebeu logo que se enganara. Cada palavra mostrava sinais de solidão e, pensando bem, ele também sentia a falta de qualquer coisa...
Foi nesse momento que lhe surgiu a ideia de criar palavras novas para acompanhar as já existentes.
Mas que ideia fantástica!!!
O criador, satisfeito, ficou a vê-las a formar pares:
O gato miou para a gata;
O sabichão conferenciu com a sabichona;
O actor contracenou com a actriz;
O leão foi caçar com a leoa;
O irmão brincou com a irmã ( e irrtou-a, claro está...!)
Mas o criador, a certa altura, afligiu-se. Então não é que, seguindo o seu exemplo, algumas palavras tiveram ataques de criatividade?!
O cão largou a correr com a cadela;
O bode namorou com a cabra;
O carneiro elogiou a lã da ovelha;
O cavalheiro deu o braço à dama!
Contudo, o criador pôde serena e sentir-se, também ele, acompanhado. Ao seu lado estava agora uma criadora, que lhe deu a mão, e, juntos, saíram a criar mais palavras!



História retirada do livro
«Chamem-lhes Nomes!»
Texto Editora




13.8.09

O Beijo da Palavrinha



Protagonizada por dois irmãos, a mais recente publicação de Mia Couto para o público infanto-juvenil, aborda questões como a imagem da infância, a morte, as tradições culturais e as duras condições de vida ainda sentidas naquele país africano.

Sem passar ao lado de uma forte dimensão poética e/ou alegórica, o texto propõe uma leitura diferente da relação afectiva entre os irmãos, baseada na partilha de sonhos e na transferência de fantasias, assim como da própria morte, aqui entendida como o início de um novo ciclo, uma espécie de viagem numa nova dimensão.

As palavras possuem uma dimensão mágica e são capazes de possibilitar um encantamento que permite uma vida mais realizada e mais feliz.






Águas de Verão




"Águas de Verão" é uma curta viagem ao passado. A narradora recorda a sua infância e a vida no seio de uma família muito tradicionalista, formal. Um dos romances mais poéticos de Alice Vieira, esta narrativa mostra como as ideias de respeito e de bom comportamento podem inquinar a alegria de viver, se impostas de forma rígida e como simples convenções. Apesar disso, os vários irmãos desta família problemática acabam por descobrir o sabor da alegria e o prazer do divertimento na personagem de um saxofonista bem-humorado com quem travam conhecimento num hotel de termas.






11.6.09

A Revolta das Frases



Uma frase surge misteriosamente na parede da sala de aula:
Deixem-me em paz.”





É o primeiro sinal que as palavras dão para que se perceba como estão zangadas connosco. (Sim, consigo também, caro leitor/visitante.) Querem chamar-nos à atenção para o desleixo com que tantas vezes as usamos, na escrita e na oralidade. Depois, começam a apagar-se misteriosamente dos tampos das secretárias. “— Eh, pá, havias de ver as palavras a desaparecer. Parecia água na areia.”




A Revolta das Frases é o primeiro livro para a infância de Maria Almira Soares, que venceu (em 2003) o Prémio de Revelação APE/IPLB em Literatura para a Infância e a Juventude.










Dia de Camões



Porque ontem foi 10 de Junho, dia de Camões, falemos de poesia...



Eis uma colectânea de poetas “de hoje e de ontem”, organizada do presente para o passado, e que reúne alguns dos principais poemas que fizeram parte da infância (e escolaridade) de muitos de nós.
A selecção de autores e de textos é da responsabilidade de Maria de Lourdes Varanda e Maria Manuela Santos. As ilustrações são de Filipa Canhestro. Matilde Rosa Araújo assina um breve prefácio, numa edição da Chimpanzé Intelectual.












18.5.09

Leonardo da Vinci



Na vida de Leonardo da Vinci houve espaço para todas as artes, todas as pesquisas, descobertas e invenções. Houve até espaço para Giacomo, um rapazinho que o acompanha neste livro, através dos principais episódios que caracterizaram a vida deste grande génio.
Um livro sobre um grande artista escrito por Guido Visconti, com ilustrações de Bimba Landmann.





20.1.09

Tudo o que precisas de saber para viveres em segurança

Numa festa ofereceram-te uma bebida que te pôs a cabeça à roda?

Um amigo fumou erva e está a pressionar-te para experimentares?

Conheceste uma pessoa pela Internet que quer marcar um encontro contigo?

Perdeste o último autocarro para casa e há um estranho que te oferece boleia?

Andas a receber insultos no telemóvel?


Provavelmente já passaste por uma destas situações ou já ouviste falar de alguém a quem aconteceram coisas como estas ou muito piores. Basta andarmos na rua para estarmos sujeitos a muitos riscos. Nada de entrar em pânico! Mas é importante conheceres os diversos problemas que podes ter de enfrentar para saberes o que hás-de fazer. Neste livro encontras linhas de orientação práticas, sugestões ditadas pelo bom-senso e conselhos sobre a maneira de lidares com as mais variadas situações com autoconfiança. Mais vale prevenir que remediar!

O livro encontra-se na Biblioteca!





10.12.08

10 de Dezembro - Dia dos Direitos do Homem

Vives numa casa, com a tua família. Tens comida, tens roupa, tens brinquedos, andas na escola. Ninguém te faz mal. Tudo isto quer dizer que vives em liberdade. Esta é uma palavra fundamental, pois todos nós – crianças e adultos – temos direito à liberdade. E a Liberdade é um dos nossos direitos mais importantes. Mas, infelizmente, o mundo é muito desigual: há muitos sítios em que não se respeita os direitos das pessoas (os direitos do homem, quer dizer, os direitos de todas as pessoas, de toda a humanidade), mesmo que elas ainda sejam crianças. É importante que saibas tudo isto. Para que tenhas consciência dos teus direitos, para que respeites os direitos dos outros, para que defendas os teus direitos e os direitos dos outros.


Os Direitos do Homem fazem hoje 60 anos. Foi no dia 10 de Dezembro de 1948 que, em Paris, foi proclamada a Declaração Universal dos Direitos Humanos, documento que é principalmente baseado na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão feita em França em 1789.

A Assembleia Geral das Nações Unidas proclama a Declaração Universal dos Direitos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objectivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adopção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universal e efetiva, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.


Com o livro acima apresentado, poderão saber mais sobre os Direitos do Homem. Boa leitura!




5.12.08

Crime no expresso do tempo


E ao ler este livro, há encontro marcado com naves espaciais e criaturinhas verdes, simuladores e robots, rapazes invisíveis e mirabolantes conversas de animais, além de se descobrir as mais imprevistas consequências do uso da Máquina da Felicidade!

São sete histórias de ficção científica que este livro propõe: O Piquenique; As Férias; O Filho; O Rapaz Invisível; No Tempo em Que os Animais Falavam; A Máquina da Felicidade; O Crime no Expresso do Tempo.

É ler e passar para outra dimensão!


26.11.08

Sua Majestade, o Príncipe



Trata-se de um livro divertido, irónico, fantástico e muito imaginativo que conta as aventuras de um príncipe que, um dia, sem querer, descobre um misterioso ovo debaixo da cama.

Dele sairá um dragão que vai trazer grande agitação ao quotidiano do palácio.

Percebendo que não pode ficar com ele para sempre, resolve partir à procura da sua mãe.

Encontrará ele o que procura? Ou algo mais?

Sua Majestade, o Príncipe
Bruno Santos
Dom Quixote

5.10.08

A árvore generosa

Era uma vez uma árvore que amava um menino...





Com poucas palavras, o autor, Shel Silverstein, fala da relação entre o homem e a natureza, onde uma árvore oferece tudo a um menino, que a deixa de lado ao crescer ao mesmo tempo que se torna num homem egoísta.
Mas para agradar ao menino que ama, a generosidade desta árvore não tem fim - ainda que isto signifique a sua própria destruição.



Se clicarem nesta imagem, podem aceder à uma animação do livro.





Se clicarem nesta imagem, poderão folhear o livro.




Este livro encontra-se na Biblioteca.



25.9.08

Obrigado a todos!


São muitas as pessoas a quem nos apetece dizer obrigado.

Mas por vezes, tudo acontece a uma velocidade tal

que até nos esquecemos de lhes agradecer.



O rapaz desta história não deixou passar nem mais um dia, e resolveu agradecer a todas as pessoas com quem tinha aprendido algo importante.



Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura




1.9.08

O Sam e o som

No colégio havia uma porta sempre fechada à chave. Pelo buraco da fechadura, via-se que dava para um corredor ou galeria.
À noite, quando as luzes se apagavam no dormitório do colégio, o Sam imaginava um túnel sombrio e sem fim. Escorria água suja pelo musgo das paredes e o chão era lamacento como o do campo de jogos onde ele e os outros meninos do colégio se atolavam quando chovia muito e escorregavam em dias de chuviscos. O corredor dominava os sonhos e os pesadelos.

Um dia, quando o mistério do corredor começava a incomodar como um berlinde perdido, o Sam e os outros meninos descobriram que por detrás da porta não havia afinal um túnel medonho.
Acompanhados pelo professor de música, entraram em silêncio. Com passos travados, desfilaram a olhar para o lado esquerdo. A parede estava ocupada, do chão ao tecto, por uma montra envidraçada. Por detrás do vidro fino, havia metais preciosos com formas estranhas, havia marfim, madrepérola e madeiras exóticas em chamas...


«O Sam e o som / Sam and the sound»
Ana Saldanha, Basil Deake & Gêmeo Luís
Caminho


(Este livro está na Biblioteca)



29.8.08

De mau Humor

Judy Moody não queria que o Verão chegasse ao fim. Não lhe apetecia ter de escovar o cabelo todos os dias, decorar palavras, nem sentar-se ao lado de Frank Come-Cola Pearl, na escola.
Judy Moody estava de mau humor, de muito mau humor e com cara de poucos amigos. Nem o cheiro dos seus novos lápis Rabugentos a fez sair da cama.
- É o primeiro dia de aulas! - cantarolou a mãe de Judy. - Salta da cama e veste-te.
Judy escondeu-se por baixo dos lençóis e tapou a cabeça com a almofada.
- Judy! Ouviste o que eu disse?
- Grrrrr! - respondeu ela.

Teria de se habituar a uma carteira nova e a uma nova escola. A carteira não teria um autocolante com um tatu e o nome dela lá escrito, tal como a antiga tinha, e na nova sala de aula não haveria um porco-espinho chamado Roger. E para seu grande azar, por certo o Senhor Todd iria mandá-la sentar-se na fila da frente, onde não poderia passar bilhetinhos ao seu melhor amigo, Rocky, sem que o professor visse.
A mãe voltou a espreitar para dentro do quarto.
- E não te esqueças de pentear esse cabelo, ok?

Uma das piores coisas do primeiro dia de aulas era que toda a gente voltava das férias de Verão com t-shirts novas a dizer DISNEYWORLD ou SEAWORLD ou JAMESTOWN: TERRA DE POCAHONTAS. Judy procurou na gaveta de cima, na gaveta de baixo e até na gaveta da roupa interior e não encontrou nenhuma camisola com letras.
Vestiu umas calças de pijama com padrão de pele de tigre e uma t-shirt simples e sem letras.
- Ela está de pijama! - apontou o seu irmão Stink quando ela chegou à cozinha. - Não podes ir de pijama para a escola!
Agora que já ia para a segunda classe, Stink pensava que sabia tudo. Judy lançou-lhe um dos seus famosos olhares de fúria...



«Judy Moody»
Megan Mc Donald
Ed. Difel




(Este livro encontra-se na Biblioteca)


22.8.08

A Lenda de Despereaux


A história começa dentro das muralhas, com o nascimento de um rato. Um rato pequenino. o último rato a nascer de seus pais e o único sobrevivente da sua ninhada...

A autora Kate DiCamillo criou esta história sobre um ratinho, Despereaux Tilling, um herói improvável, um pequeno mas corajoso rato, diferente dos restantes ratos.

Esta é a lenda de Despereaux Tilling, um rato apaixonado por música e por uma princesa chamada Ervilha. É também a história duma ratazana chamada Roscuro, que vive na escuridão, mas anseia por um mundo cheio de luz. E é a história de Miggery Sow, uma pequena criada pouco inteligente, com um desejo simples, mas impossível. Estas personagens estão prestes a embarcar numa viagem que as fará descer a umas terríveis masmorras, subir a um castelo cintilante e, por fim, entrar nas vidas umas das outras...



Ovos cozidos

«Era uma vez um pobre carvoeiro
que tinha duas filhas.

A mais velha envergonhava-se do pai
porque andava sempre sujo e mal vestido.
Para disfarçar a pobreza,
passava os dias a enfeitar-se
e a ver-se ao espelho.

A mais nova ocupava-se da casa,
sem se importar com a sua condição.
Era conhecida pela sua inteligência:
conseguia perceber as palavras mais arrevesadas
e resolver complicadíssimos enigmas.

O rei, amante de charadas e adivinhas,
herdara o trono em novo
e comportava-se de forma caprichosa.
Muitas vezes sujeitava os súbditos
a provas que deviam resolver
para não serem castigados.

Um dia reuniu-os a todos e disse:
- Tenho uma árvore com doze ramos;
cada ramo tem trinta folhas;
cada folha, duas faces.
Quem em sete dias não acertar
o valor total da minha árvore,
vai para o calabouço.

Quando quase se vencia a data fixada
para resolver o enigma,
o carvoeiro colocou-o às filhas.

Então a mais nova disse:
- Não há nada mais fácil!

E deu ao pai a solução.
...




"Ovos cozidos"
Marisa Núñez & Teresa Lima
OQO Editora




(Este livro está na nossa Biblioteca)




11.8.08

O Castelo dos Livros

O Castelo dos Livros é a mais recente obra da autora do Bestseller A Lua de Joana.


O livro conta a história de Inês, uma menina que tinha o sonho de vir a ser sábia e, um dia, descobriu o fantástico tesouro escondido no Castelo da Montanha Azul, com as suas quatro torres, e de Teresa, que tinha o sonho de ser livre e, a certa altura, descobriu um tesouro especial guardado na sua alma cheia de histórias (uma delas sobre um terrível dragão)... Inês e Teresa gostam muito de livros. Pouco a pouco, vão-se conhecendo e ficando grandes amigas. Assim, juntas, vencem o medo e tornam-se guardiãs das quatro torres mágicas: a Torre dos Arrepios, a Torre das Asas, a Torre do Céu e a Torre Dourado...


"- Era uma vez um marquês...Sim, um marquês. Não era um príncipe, nem um duque, não era um conde nem um visconde... - Teresa olha para mim e percebe que estou a impacientar-me. Creio que está a pôr-me à prova, para ter a certeza que não vou interrompê-la. Quanto a mim neste momento, já não tenho tanta certeza...

- Era um marquês biblionário - continuava ela, olhando para mim - Às vezes, os escritores inventam palavras, sabias? Esta fui eu que a inventei precisamente para descrever alguém muito rico em... livros"...


29.7.08

He came with the couch...

David Slonim é o autor deste livro. Está escrito em inglês. As ilustrações ajudarão certamente a compreender esta história...





Cliquem no livro para virar as páginas.
Se clicarem nos «olhos», acederão ao site LookyBook. Poderão ver o livro em tamanho maior e ler melhor esta aventura.


Boa leitura !