Vem do Perú e vejam a ironia, foi construído por uma editora chamada "Os mais pequenos livros do mundo". O maior livro do mundo, de acordo com a televisão peruana, tem 3 metros de altura (aberto passa os 4m), pesa 250 quilos e chama-se "O Mais selecto do Pensamento Universal". Vale a pena ver esta reportagem, encontrada no nosololibros....Leituras & Saberes! Como me sabe bem ler, ler, ler e saber! Saber que existem páginas repletas de letras que tomam formas e sentidos, que alimentam o imaginário e provocam explosões de Sabores!
17.12.08
O maior livro do mundo
Vem do Perú e vejam a ironia, foi construído por uma editora chamada "Os mais pequenos livros do mundo". O maior livro do mundo, de acordo com a televisão peruana, tem 3 metros de altura (aberto passa os 4m), pesa 250 quilos e chama-se "O Mais selecto do Pensamento Universal". Vale a pena ver esta reportagem, encontrada no nosololibros.15.12.08
Cidade de livros
Fabuloso vídeo!
Uma Cidade de Livros?
Sim, vejam “City of Books”, uma curta-metragem em animação stop motion para comemorar os 25 anos da editora 4th Estate Publishers.
Uma cidade de livros! Como diz a editora "É aqui que nós vivemos".
Utiliza a técnica fotográfica time-lapse, na qual o objecto é fotografado em determinados períodos de tempo.
This Is Where We Live, from 4th Estate.
14.12.08
Conto de Natal
Era Dezembro...estava frio...muito frio, normal para a época. O Natal aproximava-se a uma velocidade galopante. As pessoas corriam de loja em loja na azáfama das compras, dos presentes.
Em cada manhã quando se levantava, a tristeza invadia-lhe o rosto. Eram bem visíveis, no seu rosto, as marcas do sofrimento, da angústia...da tristeza. Não tinha dinheiro. Vivia um período muito difícil. Tinha perdido o emprego há três meses e o subsídio de desemprego ainda não tinha chegado, com todas as consequências nefastas para o seu dia a dia. A exclusão, a impotência de resolver os seus problemas, a tristeza a invadir-lhe o espírito e a bloquear-lhe a capacidade de raciocinio...a depressão. Cada vez mais pensava que o mundo ruíra à sua volta. Tudo lhe parecia perdido e, até já a esperança de melhores dias e soluções estava a desaparecer. Vivia o drama de olhar para os seus filhos, de tenra idade sem ter nada para lhes dizer de novo. Sem ter nada para lhes oferecer nesse natal. Sem ter sequer dinheiro para lhes comprar nada. Nem comida...nem presentes. Vivia na angústia de tudo estar a desmoronar-se...vivia a sensação de ter sido derrotado pela vida.
Já não queria sequer sair de casa. Tinha vergonha. Vergonha de mostrar as suas fraquezas e as suas necessidades. Sempre tivera tudo. Sempre tivera uma casa com o essencial, mas farta. Viviam inclusive sem electricidade. Tinha sido cortada no mês anterior por falta de pagamento. Não tinha dinheiro.
A mulher, reformada por invalidez, pouco poderia fazer para ajudar. Tentava pelo menos confortar com palavras, afectos. Tentava ser forte. Os amigos estavam aterefados nas suas vidas. Pensava que nem tinham reparado em todo este quadro.
Um dia, faltavam três dias para o Natal, acordou com um fiozinho de luz de esperança. Pensou que, por momentos, o espírito natalício poderia fazer milagres. Noutros anos e noutros natais tinha sido ele, não raras vezes, a ser solidário com os que mais necessitavam. Porventura a sua hora poderia estar a chegar. Nesse dia saiu de casa. Procurou sem saber onde e o quê desesperadamente.
E voltou, para a sua casa...
Ficou feliz quando os filhos radiantes lhe disseram que tinham electricidade de novo. Não percebera. Não tinha pago.
Nesse instante tocaram-lhe à porta. Abriu... Era o um grande amigo que estava ali acompanhado do pai, cheio de sacos, de cestos: - Anda, carrega tudo para casa, foi o que conseguimos arranjar...Feliz Natal. A propósito...soube que não tinhas luz e paguei-te a conta, que tenhas mesmo um Santo e Feliz Natal.
Chorou...como uma criança, de alegria por um lado, de agradecimento por outro.
E, graças à solidariedade de muitas pessoas teve um Natal igual a todos os anteriores, com mesa farta e variada, presentes para os filhotes...foi mesmo Natal!
Naquele dia, tinha percebido bem a essência do Natal. Embebido desse espírito, foi à luta e conseguiu regressar à vida activa. Nunca mais esqueceu esse Natal. Nunca mais esqueceu o que é ser Natal, viver Natal e desejou para todos sem excepção que fosse Natal todos os dias.
Eduardo
Blog Palavras Soltas
10.12.08
10 de Dezembro - Dia dos Direitos do Homem
Vives numa casa, com a tua família. Tens comida, tens roupa, tens brinquedos, andas na escola. Ninguém te faz mal. Tudo isto quer dizer que vives em liberdade. Esta é uma palavra fundamental, pois todos nós – crianças e adultos – temos direito à liberdade. E a Liberdade é um dos nossos direitos mais importantes. Mas, infelizmente, o mundo é muito desigual: há muitos sítios em que não se respeita os direitos das pessoas (os direitos do homem, quer dizer, os direitos de todas as pessoas, de toda a humanidade), mesmo que elas ainda sejam crianças. É importante que saibas tudo isto. Para que tenhas consciência dos teus direitos, para que respeites os direitos dos outros, para que defendas os teus direitos e os direitos dos outros.
Os Direitos do Homem fazem hoje 60 anos. Foi no dia 10 de Dezembro de 1948 que, em Paris, foi proclamada a Declaração Universal dos Direitos Humanos, documento que é principalmente baseado na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão feita em França em 1789.A Assembleia Geral das Nações Unidas proclama a Declaração Universal dos Direitos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objectivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adopção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universal e efetiva, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.

Com o livro acima apresentado, poderão saber mais sobre os Direitos do Homem. Boa leitura!
5.12.08
Bons Sabores na Biblioteca

Na próxima sexta-feira, dia 12 de Dezembro, pelas 10h00... Humm... vai ser uma delícia estar na Biblioteca!
Está prevista uma sessão de culinária, com o apoio do Restaurante Nakité e inserida no Programa de Promoção para a Saúde.
Nesta "mandala", os alunos vão poder conhecer as propriedades de alguns alimentos e ter saborosas experiências!
Crime no expresso do tempo

E ao ler este livro, há encontro marcado com naves espaciais e criaturinhas verdes, simuladores e robots, rapazes invisíveis e mirabolantes conversas de animais, além de se descobrir as mais imprevistas consequências do uso da Máquina da Felicidade!
São sete histórias de ficção científica que este livro propõe: O Piquenique; As Férias; O Filho; O Rapaz Invisível; No Tempo em Que os Animais Falavam; A Máquina da Felicidade; O Crime no Expresso do Tempo.
É ler e passar para outra dimensão!
3.12.08
Poema
Agrupamento D. Pedro I
Assim que te vi

Por ti me apaixonei
Assim que me inscrevi
Do teu lado fiquei!
*
Dentro de ti
Eu aprendi a crescer
Dentro de ti
Soube o que era viver
*
Mais do que tudo
Eu posso afirmar
Que esta escola
É o meu lugar...
*
Para estudar
Para vencer
Para aumentar
O meu saber!
*
Agradeço tudo
E volto a dizer
Como o Agrupamento D. Pedro I
Nunca outro há-de haver!
Tatiana Meireles
6ºH
Amiga da Biblioteca
2.12.08
Bibliosorteio de Natal
1.12.08
26.11.08
Sua Majestade, o Príncipe

Trata-se de um livro divertido, irónico, fantástico e muito imaginativo que conta as aventuras de um príncipe que, um dia, sem querer, descobre um misterioso ovo debaixo da cama.
Dele sairá um dragão que vai trazer grande agitação ao quotidiano do palácio.
Percebendo que não pode ficar com ele para sempre, resolve partir à procura da sua mãe.
Encontrará ele o que procura? Ou algo mais?
Sua Majestade, o Príncipe
Bruno Santos
Dom Quixote
21.11.08
20.11.08
Direitos da Criança

Em 20 de Novembro de 1989, as Nações Unidas adoptaram por unanimidade a Convenção sobre Direitos da Criança (CDC), documento que enuncia um amplo conjunto de direitos fundamentais – os direitos civis e políticos, e também os direitos económicos, sociais e culturais – de todas as crianças, bem como as respectivas disposições para que sejam aplicados.
A CDC não é apenas uma declaração de princípios gerais; quando ratificada, representa um vínculo juridíco para os Estados que a ela aderem, os quais devem adequar as normas de Direito interno às da Convenção, para a promoção e protecção eficaz dos direitos e Liberdades nela consagrados.
Este tratado internacional é um importante instrumento legal devido ao seu carácter universal e também pelo facto de ter sido ratificado pela quase totalidade dos Estados do mundo (192). Apenas dois países, os Estados Unidos da América e a Somália, ainda não ratificaram a Convenção sobre os Direitos da Criança.
Este tratado internacional é um importante instrumento legal devido ao seu carácter universal e também pelo facto de ter sido ratificado pela quase totalidade dos Estados do mundo (192). Apenas dois países, os Estados Unidos da América e a Somália, ainda não ratificaram a Convenção sobre os Direitos da Criança.
Portugal ratificou a Convenção em 21 de Setembro de 1990.
«Para não quebrar o encanto. Os Direitos das Crianças»
Vergílio Alberto Vieira dedica este livro aos direitos da criança, numa série de poemas em que alia a sensibilidade à mestria da forma breve. O livro inclui o texto integral da Declaração dos Direitos da Criança.
19.11.08
Contos de Fadas
Nesta edição da Ambar, traduzida por Isabel Ramalhete, encontram-se histórias contadas e recontadas inúmeras vezes.
As mais conhecidas: João Pé de Feijão, Hänsel e Gretel, A Bela e o Monstro e Cinderela. As nem tanto: O Pescador e a Mulher, Os Gnomos e o Sapateiro e Rumpelstiltskin.
17.11.08
Direitos do Leitor
É sempre bom relembrar...
(Cliquem na imagem para a aumentar
e depois retrocedam para voltar a este blog)
Foi o escritor francês, Daniel Pennac,
que apresentou estes direitos na obra «Como um romance».
11.11.08
Lenda de S. Martinho
Diz a lenda que quando um cavaleiro romano andava a fazer a ronda, viu um velho mendigo cheio de fome e frio, porque estava quase nu. O dia estava chuvoso e frio, e o velhinho estava encharcado. O cavaleiro, chamado Martinho, era bondoso e gostava de ajudar as pessoas mais pobres. Então, ao ver aquele mendigo, ficou cheio de pena e cortou a sua grossa capa ao meio, com a espada. Depois deu a metade da capa ao mendigo e partiu. Passado algum tempo a chuva parou e apareceu no céu um lindo Sol.- Dia de S. Martinho fura o teu pipinho.
- Do dia de S. Martinho ao Natal, o médico e o boticário enchem o teu bornal.
- Pelo S. Martinho mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho.
- Se o Inverno não erra caminho, tê-lo-ei pelo S. Martinho.
- Se queres pasmar teu vizinho lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho.
- Dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
- Pelo S. Martinho, prova o teu vinho, ao cabo de um ano já não te faz dano.
- Pelo S. Martinho mata o teu porco e bebe o teu vinho.
- Pelo S. Martinho semeia favas e vinho.
- Pelo S. Martinho, nem nado nem cabacinho.
- Água-pé, castanhas e vinho faz-se uma boa festa pelo S. Martinho.
Subscrever:
Mensagens (Atom)










