30.1.11

O patinho de Sam

— Vais gostar do lugar quando lá chegares — disse o avô de Sam.
— Não vou, não — replicou Sam.

Mas Sam sabia que tinha de ir para a quinta de qualquer forma. Todos os alunos de Mrs Southerden iam. Além do mais, o avô tinha dito que ia ser bom para ele.

— Um rapaz da cidade como tu pode aprender muito numa quinta. Há sempre ar fresco e ovos frescos. Quem me dera ir eu mesmo. Não te esqueças de que voltas na sexta para os meus anos. Vamos fazer uma festa.

O avô disse-lhe adeus com a mão e Sam ficou a olhá-lo do seu assento ao fundo da camioneta até deixar de o ver. Ia estar fora uma semana inteira. Esforçou-se por não chorar.

A viagem até ao Devon era longa. As auto-estradas deram lugar às estradas, as estradas aos caminhos. Eram caminhos estreitos com relva pelo meio. De repente, surgiu uma casa enorme, como se fosse um palácio, rodeada de campos verdes e árvores por todo o lado.

— Chegámos a Nethercott — anunciou Mrs Southerden, que ia na parte da frente da camioneta. — O que é que vocês são a partir de agora?
— Agricultores! — gritaram os alunos em coro.

E assim foi. Levantavam-se de madrugada para mungir vacas, alimentar cavalos, porcos e vitelos. E os carneiros também tinham de ser alimentados. Isto tudo antes do pequeno-almoço, que consistia em papas de aveia quentes, ovos mexidos e tantas torradas quantas quisessem.
Havia estábulos para limpar, galinhas, patos e gansos para soltar, ovos para ir buscar. Havia também um touro, mas não era permitido ir até junto dele, não fosse acontecer alguma coisa.
Sam nem tinha tempo para ter saudades do avô. Trabalhavam durante a tarde toda e nunca conseguiam acabar as tarefas. As vacas tinham de ser mungidas ao fim do dia outra vez, o que dava uma enorme trabalheira!
Os cordeirinhos eram levados para os celeiros à noite, os porcos eram alimentados, os cavalos tratados, e as galinhas, os patos e os gansos recolhidos, para o caso de a raposa vir por ali, feita matreira.

Sam trabalhava arduamente, comia como um rei, e dormia a sono solto. Os agricultores eram amáveis e sorridentes, sobretudo o velho jardineiro, que levava os legumes à cozinha. Tinha cabelo prateado como o avô de Sam.
O rapaz estava a adorar aqueles dias. Mesmo quando tinha de limpar estábulos fedorentos ou tirar as pedras dos campos para que o milho pudesse crescer na Primavera.
Mas o melhor de tudo era quando ajudava um cordeirinho a nascer. Quando o trazia, quente e húmido, de dentro da mãe, para o ar gelado do dia. Via-o respirar pela primeira vez, dar os primeiros passos, beber o primeiro leite. Tinha tantas coisas para contar ao avô.

Só a Lisa não gostava do que estavam a fazer. Mrs Southerden chamava-lhe “Mona Lisa”. Tinha-se queixado durante a semana toda: “Doem-me os pés”. “Doem-me as costas”. “Está frio”.

Às terças, era dia de mercado. Foi a primeira coisa de que Sam não gostou. No lugar dos leilões, estava um homem de cara vermelha, que torcia as caudas dos vitelos para os fazer mexer. Chegava mesmo a dar-lhes pontapés e ria sem parar.
O rapaz nem conseguia olhar para ele e decidiu ir para junto dos patos e das galinhas, que se amontoavam no fundo das gaiolas. Havia um pato, branquinho como a neve, que estava mesmo junto ao arame da gaiola e que grasnou para ele. Sam tocou as suas penas suaves com o dedo.

— Fora daqui! — gritou o homem de cara vermelha. — Estás a olhar para o meu jantar!

E pegou no animal pelas patas.

— Não vai comê-lo! Não pode! — gritou Sam, aflito.
— Tens uma ideia melhor? — perguntou o homem a rir.

Sam nem pensou duas vezes.

— Posso comprá-lo. Tenho duas libras — disse, tirando o dinheiro todo do bolso.
— Negócio fechado! — concordou o homem.

Pegou no dinheiro e deixou o patinho nos braços de Sam. O que iria fazer com ele? O que diria Mrs Southerden? Meteu-o depressa no seu saco de desporto.

— Não grasnes, por favor! — sussurrou.

Enquanto se dirigia para Nethercott, ia pensando no que havia de fazer. Caminhava afastado dos outros, por precaução. Só havia um lugar para o esconder. Na cabana da horta. Com um pouco de sorte e cautela, ninguém daria por nada.

O pato olhou em volta e pareceu gostar do lugar.

— Vais precisar de palha para a tua cama e de comida — disse-lhe o rapaz.
— E de água — disse uma voz atrás dele.

Era o velho jardineiro.

— Os patos precisam de água. Onde o arranjaste?
— No mercado. O dono ia matá-lo.
— Eis algo que não está certo, pois não? Tenho sandes e leite. Achas que chega?

Alimentaram-no juntos.

— É um macho — disse o jardineiro. — Vamos chamar-lhe Francis, como o famoso navegador, Francis Drake?
— Ninguém sabe que o tenho — disse Sam.
— Podes contar comigo — prometeu o velho jardineiro.

Durante o resto da semana, as crianças trabalharam arduamente na quinta e nenhuma suspeitava de que Sam tinha um segredo.

Na última noite, fizeram uma fogueira crepitante e todos cantaram canções e comeram muitas salsichas. O rapaz esgueirou-se para estar com o pato e com o velho jardineiro.

— O que vais fazer com ele?

Sam tinha pensado nisso o dia todo.

— Vou dá-lo ao meu avô como prenda de anos. Faz setenta anos amanhã.
— Então é da minha idade. É um homem de sorte por ter um neto como tu.

Na manhã seguinte, o velho jardineiro estava à espera na cabana. Juntos, colocaram o pato no fundo do saco de desporto de Sam.

— Boa sorte! — desejou-lhe o jardineiro.

Sam correu para a camioneta porque queria apanhar o lugar de trás, mesmo ao canto. Era o lugar mais seguro. Se Francis grasnasse uma vez que fosse, estava feito. Acenou para o jardineiro até deixar de o ver.

Pararam apenas uma vez, para almoçar.

— Toda a gente para fora da camioneta — ordenou Mrs Southerden.

Sam não queria deixar o saco dentro da camioneta, mas Mrs Southerden obrigou-o. Quando acabou de almoçar, correu até ao lugar. Mas a “Mona Lisa” já lá estava.

— Ouvi grasnar — disse. — Tens um pato. Vou contar a toda a gente.

Foi a correr até junto da professora.

— Professora, o Sam tem um pato no saco!

Num ápice, Sam pegou em Francis e pô-lo dentro do casaco.

— Não sejas pateta — pediu Mrs Southerden. — Tens-te portado mal toda a semana. E agora até inventas histórias. Vem sentar-te à frente, junto dos que enjoam.
— Mas, Professora — continuou Lisa — é verdade. Ele tem mesmo um pato. Todos olharam para Sam, que encolheu os ombros e virou o saco do avesso para que todos pudessem ver. Lisa abriu e fechou a boca, repetidas vezes, como um peixe de aquário. Sam sorriu com doçura, mas o caminho até casa custou a passar.

Estava morto por ver o avô. Quando chegaram, correu logo para os degraus do apartamento. Obrigou o avô a sentar-se, com os olhos fechados, enquanto punha um banho a correr para Francis. Depois chamou o avô.

— É para ti, avô. Feliz aniversário.

E contou-lhe tudo o que acontecera com o homem de cara vermelha no mercado e com o velho jardineiro em Nethercott.

— É um pato amoroso — disse o avô, abanando a cabeça. — Mas não podemos mantê-lo num andar. Não é justo.
— Porque não?
— Escuta, Sam, um pato precisa de um lago. Também precisa de amigos, como tu e eu precisamos. E precisa de liberdade.

O neto tentou persuadir o avô toda a noite. Em vão.

— Falaremos outra vez amanhã de manhã. Agora vai dormir.

Na manhã seguinte, o avô acordou-o cedo.

— O que se passa? — perguntou Sam.
— Logo verás — disse o avô.

Levaram Francis no saco de desporto. O pato tinha a cabeça de fora, mas não havia ninguém na rua.

— Onde vamos? — perguntou Sam.
— Já vais ver — respondeu o avô, com um brilho no olhar.

Caminhavam pelo parque, por entre a neblina da manhã, quando, de repente, Francis grasnou. E logo muitos outros patos puseram-se a grasnar também. Diante de si, Sam podia ver um grande lago cheio de patos a nadar em direcção a eles. Também havia gansos, galinholas e cisnes.

Baixaram-se junto ao lago e puseram Francis na água. Este acomodou-se, bateu as asas, abanou a cabeça e dirigiu-se para junto dos seus novos amigos.

— Bem, o que me dizes? — perguntou o avô a Sam.
— Penso que podemos vir dar-lhe de comer, não podemos? — retorquiu Sam.
— Sempre que quiseres — respondeu o avô. — Olha para ele, Sam. É um pato muito feliz e eu também sou um homem muito feliz.



Michael Morpurgo
Sam’s Duck
London, Harper Collins, 1997
(Tradução e adaptação)



27.1.11

Equipa da Oficina Multimédia apresenta a nossa Biblioteca

O grupo 1 do 7ºB, em Oficina Multimédia, elaborou um trabalho sobre a nossa Biblioteca.
Da reportagem fotográfica à animação em Movie Maker, fica aqui o trabalho da aluna Sofia. Parabéns!







Labirinto dos enigmas


Já existia o Labirinto das Palavras e os alunos do 2º ciclo deliciam-se com a actividade.

Agora surge o Labirinto dos Enigmas, mais orientado para os alunos do 3º ciclo. E está a ter o mesmo sucesso!


Aqui fica o Enigma 1 - sob o tema do Japão







18.1.11

A árvore que falava / O menino do deserto





O 1º conto que figura neste livro de Helena Osório, com desenhos do escultor Paulo Neves, apresenta o título «A árvore que falava» e o segundo, «O menino do deserto».

Apesar de se poderem ler separadamente, repeitam uma sequência, uma vez que este é o 1º livro de 3, cada qual com 2 contos, que narram as aventuras de um menino português à volta do mundo.

São assim dois contos num só livro com duas capas que se giram e ficam de pernas para o ar...












A Casa dos Feitiços é uma colectânea que recupera o universo familiar, em particular o da casa das memórias e dos afectos das figuras dos avós. Entre a cumplicidade, a admiração e a recordação nostálgica, a casa mágica torna-se subitamente habitada e próxima através da poesia e da memória...



Vai acontecer na escola



10.1.11

A volta ao mundo em 80 dias





O livro conta a história de um rico inglês, Phileas Fogg, que tinha uma vida regrada e solitária, mas que devido a uma aposta com seus amigos de jogo, resolve dar a volta ao mundo em 80 dias, acompanhado apenas de seu fiel empregado. Nessa viagem, viverá diversas aventuras e conhecerá vários lugares do mundo.


Esta história já foi traduzida para diversas línguas e por causa dela, muitos ingleses já deram a volta ao mundo. Júlio Verne, um dos mais conhecidos escritores de romances de aventuras de sua época, apresenta este enredo onde expressa sua imaginação que o consagrou. Embora publicada em 1873, continua a ser uma ficção apaixonante em que Verne mostra sua imaginação genial.



 
Título do Livro: A Volta ao Mundo em 80 Dias
Autor: Julio Verne
Diversas Editoras




Jogo dos Travalínguas

Para começar o ano com alegria...


Vê se consegues dizer estas frases depressa sem a tua língua acabar com um nó!


Pega num cronómetro e faz concursos com os amigos ou tenta bater o teu próprio recorde!

Lê em voz alta, claramente e sem te enganares.




Qual é o doce que é mais doce que o doce de batata doce?
Respondi que o doce que é mais doce que o doce de batata doce
é o doce que é feito com o doce do doce de batata doce.


Sabendo o que sei e sabendo o que sabes
e o que não sabes e o que não sabemos,
ambos saberemos se somos sábios,
sabidos ou simplesmente saberemos
se somos sabedores.


O tempo perguntou ao tempo
quanto tempo o tempo tem.
O tempo respondeu ao tempo
que não tem tempo para dizer ao tempo
que o tempo do tempo é o tempo que o tempo tem.



A sábia não sabia que o sábio sabia que o sabiá
sabia que o sábio não sabia que o sabiá não sabia
que a sábia não sabia que o sabiá sabia assobiar.


 
Não confunda ornitorrinco com otorrinolaringologista,
ornitorrinco com ornitologista,
ornitologista com otorrinolaringologista,
porque ornitorrinco é ornitorrinco,
ornitologista é ornitologista e
otorrinolaringologista é otorrinolaringologista.





27.12.10

Babushka



Há muitos anos vivia uma velhinha num sítio muito distante. Era rechonchuda e doce como um pudim de Natal e não parava de varrer, limpar o pó e polir, desde o nascer do sol até aparecerem as primeiras estrelas.
Não havia um grão de pó ou uma teia de aranha na sua casa. Ela mantinha-se sempre ocupada, porque havia um lugar vazio no seu coração e ficava triste quando pensava nisso.

Ora, uma bela noite, Babushka estava a polir os castiçais, quando viu uma estrela nova e brilhante cintilar através da janela.

"Olha, os vidros têm uma mancha”, disse Babushka. “Só dei por isso agora. Mas que aborrecimento.”
A estrela estava escondida por detrás de uma nuvem.
Babushka começou a esfregar o vidro. Olhou lá para fora e viu um anjo no jardim.
“Boas novas!”, cantou o anjo.
“Se quiseres entrar, tens de limpar os pés”, disse Babushka.
O anjo voou para longe.

Bateram à porta. Eram três reis com as suas coroas de ouro.
“Entrem, majestades”, disse Babushka, “mas descalcem, por favor, as vossas botas reais.”
“Andamos a seguir a estrela”, disseram os três, “que nos vai conduzir até ao pequeno novo rei. Gostarias de vir connosco?”
“Eu não tenho tempo para andar a viajar!”, disse ela. “Quem é que me lava a louça depois?”
Os camelos dos reis estavam junto do portão.
“Oh!”, disse Babushka. “Patas enlameadas a sujarem a minha entrada! Xô! Xô!”, disse sacudindo o pano do pó.
Os camelos assustaram-se e fugiram a galope para longe, e os reis foram atrás deles.

“Vou sentar-me um bocadinho para descansar os pés”, disse Babushka, “e depois vou limpar o canário.”
Mal se acabara de sentar, começou a cabecear com sono e adormeceu.
O anjo apareceu de novo e cantou uma cantiga que falava de um menino nascido num estábulo e que tinha apenas uma fralda a envolvê-lo.
A estrela, saindo de trás da nuvem, atravessou a janela com a sua luz e iluminou em cheio o rosto adormecido de Babushka, que acordou.
“Valha-me Deus!”, disse. “Um bebé num estábulo todo sujo, cheio de animais, onde nem sequer há um xaile quentinho que o tape? Tenho de me pôr já a caminho.”

Numa cesta pôs um pequeno palhaço de brinquedo, um xaile quente e uma garrafa de licor de gengibre para os mais crescidos, e pôs-se a caminho. O céu, iluminado pela estrela como se fosse de dia, estava cheio de anjos, mas Babushka não olhava para cima.
“Toda esta poeira na estrada! Isto é uma vergonha”, disse ela.

Babushka viu logo adiante uma mulher e uma menina na berma da estrada. A menina estava a chorar.
“O que se passa, minha querida?”, perguntou Babushka.
“Íamos a correr para vermos o novo rei, e ela perdeu a boneca”, disse a mãe da menina.
“Pu-Ia no bolso e ela deve ter caído”, disse a menina soluçando.
Babushka tirou o palhaço de brinquedo da cesta e fê-lo dançar. A menina parou de chorar e riu.
“Toma lá, com todo o meu amor”, disse Babushka dando-lhe o boneco.

Um pouco mais à frente, Babushka encontrou uma velhinha muito queixosa, caminhando com dificuldade.
“O que se passa, minha querida?”, perguntou Babushka.
“Eu gostava tanto de ir ver o menino”, disse a velhinha, “mas não posso ir depressa porque me doem muito as pernas.”
“Olha”, disse Babushka, “toma este licor fortificante, com todo o meu carinho. Vai-te fazer muito bem.”
A velhinha bebeu um grande gole e afastou-se a passo rápido com um sorriso no rosto e uma palavra de gratidão nos lábios.

Logo a seguir, Babushka encontrou um pastorinho transportando um cordeirinho acabado de nascer. O rapazinho fremia com frio.
“Não consegui acompanhar os outros”, disse. “Tenho os braços tão frios que não consigo levar este cordeirinho mais tempo. Ê um presente para o novo rei recém-nascido.”
Babushka aconchegou-lhe o xaile em volta dos ombros.
“Toma isto, com todo o meu amor”, disse. “Assim não sentirás frio durante a viagem.”

Babushka continuou o seu caminho. A cesta parecia leve como o ar. Parou e olhou Ia para dentro. Estava vazia!
“Oh, minha velha tonta”, disse para si mesma. “Tu deste os presentes todos.”
Triste, voltou para trás pelo mesmo caminho. “Eu não posso ir saudar o menino sem levar uma prenda”, disse.
Foi quando ouviu uma voz a chamar: “Babushka!”
Era Maria.
Babushka parou, hesitante. “Eu não trago nenhum presente”, disse.
“Faz favor de entrar”, disse Maria sorrindo.
Babushka entrou e lá estava o menino envolto no xaile quentinho. O pequeno palhaço estava ao lado dele na manjedoura. José bebia o seu licor fortificante.
“Mas eu dei todas as prendas!”, disse Babushka.
“Tudo o que deste com amor deste-o também ao meu filho”, disse Maria.
Babushka observou tudo muito bem à sua volta.
“Olhem para estas teias de aranha”, disse. “Vou já limpá-las.”

Foi então que o menino estendeu os braços e sorriu. Os seus olhos pareciam a noite estrelada e profunda. O seu sorriso era o próprio amor.
Babushka sentiu uma estranha sensação que a fez esquecer as limpezas.
“Gostavas de lhe pegar?”, perguntou Maria.
Babushka tomou o menino nos braços.
Rodeada de todos os animais, Babushka fez uma festa no focinho do velho burro cinzento, e o burrinho encostou-lhe o focinho ao ouvido. O menino ria contente, tal como Babushka. Ela apertou-o contra si.

“Paz”, cantavam os anjos.


Babushka
Texto de Sandra Ann Horn
Porto, Campo das letras, 2002







17.12.10

Resultados do BiblioSorteio



Último dia de aulas do 1º Período!

A escola está toda animada, com o Espectáculo de Natal, com o Mercado de Natal e... com o BiblioSorteio!

Os premiados foram:

  • 1º Prémio - nº136  -  Francisca (5ºA)
  • 2º Prémio - nº191  -  Diogo (5ºN)

A Equipa da BECRE agradece a participação de todos
e deseja
um Feliz Natal !


14.12.10

Oficina da Escrita - «O Boneco de Neve»

Foi muito interessante a experiência desenvolvida hoje com a turma do 5ºD.
Em grupos, os alunos tiveram acesso a uma sequência de imagens retiradas do livro «O Boneco de Neve», de Raymond Briggs, e redigiram, a partir daí, uma das possíveis histórias que este livro nos proporciona.

«O Boneco de Neve»... um livro sem palavras, para ler, reler e construir uma nova história a cada leitura...

(continua)


«O Boneco de Neve» - Excerto em vídeo