23.1.13

Filosofia para crianças




Perguntas? Perguntas por quê? 
As crianças fazem perguntas, todo o género de perguntas, e normalmente são perguntas importantes. O que fazer com essas perguntas? 
É necessário que os pais lhes deem resposta? Por que razões deveriam eles responder em vez das crianças? Não se trata aqui de pôr de parte a resposta dos pais: ela pode ajudar a criança a formar-se. Mas convém igualmente ensinar a criança a pensar e a julgar por si mesma, para poder adquirir a sua própria autonomia e tornar-se responsável.
Nos diversos livros da coleção "Filosofia para Crianças" são apresentadas várias respostas para cada pergunta.














Chiu !







Chiu! Constitui um álbum narrativo que recria, de forma original – sobretudo pela articulação das componentes verbal e pictórica –, um momento particularmente conflituoso da rotina diária infantil – o sono, resolvido através dos afetos.



Mafalda Milhões
Paulo Galindro













O rapaz que gostava de aves (e de muitas outras coisas)







Ricardo nasceu num planeta ameaçado: são as florestas que estão a desaparecer, os oceanos poluídos, os problemas com a água e a energia, as centenas de espécies em vias de extinção. O Ricardo preocupa-se a sério e é mesmo um exemplo a seguir... até ao dia em que se apercebe de que muitas pessoas à sua volta parecem viver num outro planeta. E então, um belo dia, desiste...


Isabel Minhós

Bernardo Carvalho








Como Tu




"Como Tu" alia poesia à música para abordar temas complexos às crianças.




O livro "Como tu", da autoria de Ana Luísa Amaral, alia a poesia à música com objetivos pedagógicos. Acompanhada por um CD áudio, esta obra pretende afirmar-se como um aliado das crianças, dos pais e dos professores, no que diz respeito a temáticas de aprendizagem complexas, tais como a sexualidade, o civismo e o ambiente.


Ana Luísa Amaral

Elsa Navarro





A grande questão









Na capa, a criança de Wolf Erlbruch abre os braços, num sinal de interrogação, em cima de uma meia-lua, que não é mais do que a Terra quando espreitamos a contracapa. Ela coloca a grande questão que nunca será enunciada: “Porque estou eu aqui na Terra?”



Wolf Erlburch

Frederico







Uma família de ratos recolhe provisões para o Inverno. Todos trabalham... Todos, menos Frederico que, embora aparentemente não faça nada, também aprovisiona, ainda que seja outro tipo de recursos: raios de sol, cores, palavras...
Quando chega o Inverno, comprova-se que o trabalho poético deste pequeno rato era diferente das tarefas desempenhadas pelos demais, mas passa a ser imprescindível para que todos os ratos consigam ultrapassar a crueza desta estação. Assim, neste texto, Frederico é aceite tal como é, e não lhe acontece o mesmo que à desgraçada cigarra da fábula.


Leo Lionel








Siga a Seta






Uma cidade repleta de setas, indicações e sentidos obrigatórios.
Um rapaz que vive os seus dias entre setas, nunca ousando (ou sequer pensado) desviar-se do seu rumo.
E uma ideia revolucionária que lhe invade os pensamentos e o faz, certo dia, aventurar-se...Por isso, atenção, muita atenção: este livro é só para corajosos! Para todos aqueles que gostam de viajar até lugares inexplorados e não têm grande medo de se perder.  Este é um livro que nos convida a sair das rotinas, dos horários, dos dias sempre iguais. É um livro que incita a “ir para a escola ou para o trabalho por um caminho diferente do habitual”, para assim despertar todos os sentidos e ir ao encontro do inesperado. É também um livro que pode fazer-nos perguntar: mas será que todas as regras têm razão de ser?  


Isabel Minhós
Andrés Sandoval






IR e VIR






Na Terra, não somos os únicos a percorrer grandes distâncias. Tal como nós, muitas aves, peixes e mamíferos deslocam-se centenas de quilómetros, em busca de alimento, terras amenas ou de um bom lugar para ter as suas crias.  Estes viajantes incríveis deixam-nos espantados com as distâncias que percorrem, mas não só. Há mais qualquer coisa no modo como viajam que nos pode fazer abrandar e pensar... 

“Ir e Vir” acompanha as viagens extraordinárias das andorinhas-árticas, das borboletas-monarcas ou dos gnus africanos e desafia-nos a refletir sobre o modo pouco discreto como vivemos e nos movimentamos, muitas vezes pondo em risco o frágil equilíbrio do planeta.



Ilustrações selecionadas para Exposição Ilustrarte 2012 
Isabel Minhós Martins
Bernardo Carvalho






19.1.13

É urgente o amor





Eugénio de Andrade




Aquela nuvem





Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Fontinhas  (Póvoa de Atalaia, 19 de Janeiro de 1923 — Porto, 13 de Junho de 2005)  foi um poeta português.







Estreou-se em 1939 com a obra Narciso, torna-se mais conhecido em 1942 com o livro de versos Adolescente. A sua consagração acontece em 1948, com a publicação de As mãos e os frutos, que mereceu os aplausos de críticos como Jorge de Sena ou Vitorino Nemésio. 
A obra poética de Eugénio de Andrade é essencialmente lírica, considerada por José Saramago como uma poesia do corpo a que se chega mediante uma depuração contínua. Entre as dezenas de obras que publicou encontram-se, na poesia, Os amantes sem dinheiro (1950), As palavras interditas (1951), Escrita da Terra (1974), Matéria Solar (1980), Rente ao dizer (1992), Ofício da paciência (1994), O sal da língua (1995) e Os lugares do lume (1998). 
 Em prosa, publicou Os afluentes do silêncio (1968), Rosto precário (1979) e À sombra da memória (1993), além das histórias infantis História da égua branca (1977) e Aquela nuvem e as outras (1986). Foi também tradutor de algumas obras, como dos espanhóis Federico García Lorca e Antonio Buero Vallejo, da poetisa grega clássica Safo (Poemas e fragmentos, em 1974), do grego moderno Yannis Ritsos, do francês René Char e do argentino Jorge Luís Borges. 
 Em Setembro de 2003 a sua obra Os sulcos da sede foi distinguida com o prémio de poesia do Pen Clube Português.





9.1.13

Ler ... e escrever








O livro já está disponível na nossa Biblioteca.




Resultados do Concurso Nacional de Leitura





CONCURSO NACIONAL DE LEITURA – 7ª edição

Ano letivo 2012/2013




Obra: A Lua de Joana
Autora: Maria Teresa Gonzalez


Alunos apurados:
  

NOME



TURMA

CLASSIFICAÇÃO

Ana Filipa Rodrigues Nogueira

2

8ºA

20 pontos

Mariana Filipa Ramos Nunes

22

8ºA

20 pontos

Leonor Santos

16

8ºA

19 pontos