23.1.13

Frederico







Uma família de ratos recolhe provisões para o Inverno. Todos trabalham... Todos, menos Frederico que, embora aparentemente não faça nada, também aprovisiona, ainda que seja outro tipo de recursos: raios de sol, cores, palavras...
Quando chega o Inverno, comprova-se que o trabalho poético deste pequeno rato era diferente das tarefas desempenhadas pelos demais, mas passa a ser imprescindível para que todos os ratos consigam ultrapassar a crueza desta estação. Assim, neste texto, Frederico é aceite tal como é, e não lhe acontece o mesmo que à desgraçada cigarra da fábula.


Leo Lionel








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