20.10.12

Manuel António Pina





Manuel António Pina (Sabugal, 18 de novembro de 1943 — Porto, 19 de outubro de 2012) foi um jornalista e escritor português, galardoado em 2011 com o Prémio Camões. 
O autor licenciou-se em direito em Coimbra e foi jornalista do Jornal de Notícias durante três décadas, tendo sido depois cronista do Jornal de Notícias e da revista Notícias Magazine. 
A sua obra incidiu principalmente na poesia e na literatura infanto-juvenil, embora tenha escrito também diversas peças de teatro e de obras de ficção e crónica. 
Algumas dessas obras foram adaptadas ao cinema e TV e editadas em disco. A sua obra está traduzida em França (francês e corso), Estados Unidos, Espanha (espanhol, galego e catalão), Dinamarca, Alemanha, Países Baixos, Rússia, Croácia e Bulgária. 
Faleceu no Hospital de Santo António no Porto, aos 68 anos.




Havia um país longínquo em que as pessoas viviam tristes e oprimidas. As pessoas, que visitavam esse país, não compreendiam porque era assim infeliz esse povo. Quando esse povo começava a ter confiança com as pessoas que o visitava contava-lhes o seu segredo. Então diziam que eram infelizes porque não podiam falar alto daquilo que pensavam e que sentiam nem ouvir a música que queriam. Viviam como se fosse uma prisão. Toda a vida desse povo era controlada pelo governo. 
Trata-se de uma história sobre a vida em Portugal antes do 25 de Abril de 1974 e sobre as mudanças positivas provocadas pela revolução.






Um país onde as pessoas vivem de pernas para o ar...
A vida de um peixinho vermelho que escrevia um livro que a Sara não sabia ler. Um menino Jesus que não queria ser Deus. Um bolo que queria ser comido mas que não o foi por causa do pecado da gula. 











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