Manuel António Pina (Sabugal, 18 de novembro de 1943 — Porto, 19 de outubro de 2012) foi um jornalista e escritor português, galardoado em 2011 com o Prémio Camões.
O autor licenciou-se em direito em Coimbra e foi jornalista do Jornal de Notícias durante três décadas, tendo sido depois cronista do Jornal de Notícias e da revista Notícias Magazine.
A sua obra incidiu principalmente na poesia e na literatura infanto-juvenil, embora tenha escrito também diversas peças de teatro e de obras de ficção e crónica.
Algumas dessas obras foram adaptadas ao cinema e TV e editadas em disco.
A sua obra está traduzida em França (francês e corso), Estados Unidos, Espanha (espanhol, galego e catalão), Dinamarca, Alemanha, Países Baixos, Rússia, Croácia e Bulgária.
Faleceu no Hospital de Santo António no Porto, aos 68 anos.
Havia um país longínquo em que as pessoas viviam tristes e oprimidas.
As pessoas, que visitavam esse país, não compreendiam porque era assim infeliz esse povo.
Quando esse povo começava a ter confiança com as pessoas que o visitava contava-lhes o seu segredo.
Então diziam que eram infelizes porque não podiam falar alto daquilo que pensavam e que sentiam nem ouvir a música que queriam. Viviam como se fosse uma prisão.
Toda a vida desse povo era controlada pelo governo.
Trata-se de uma história sobre a vida em Portugal antes do 25 de Abril de 1974 e sobre as mudanças positivas provocadas pela revolução.
Um país onde as pessoas vivem de pernas para o ar...
A vida de um peixinho vermelho que escrevia um livro que a Sara não sabia ler. Um menino Jesus que não queria ser Deus. Um bolo que queria ser comido mas que não o foi por causa do pecado da gula.


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